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Por que comemorar o natal
O mundo todo tem que reconhecer Jesus

Adaptado - 08/12/09

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Muitos cristãos têm dúvidas se é certo ou não comemorar o natal. Afinal, tudo parece apenas jogada de marketing. Papai Noel, Bonecos de neve, árvores cheias de enfeites e muitos presentes.

Alguns pensam que não tem nada a ver com o nascimento de Jesus, afinal de contas os estudiosos dizem que nem foi esse o verdadeiro dia do nascimento.

E pra que gastar tanto em presentes? O que isso vai gerar no coração das pessoas? É apenas trocas de interesses?

O texto abaixo foi extraído do livro do pastor Jorge Linhares.

 

Como Devemos Encarar o Natal?

Certa vez, li uma história que nos mostra qual é o significado do Natal e como devemos encará-lo.

Falava de um pastor que adormeceu em seu gabinete numa manhã de Natal e sonhou com um mundo no qual Jesus nunca tinha vindo.

Em seu sonho, viu-se andando pela casa; mas lá não havia presentes no canto da lareira, nem árvore de Natal, nem coroas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar. Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres pontudas apontando para o céu. Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador haviam desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta. Era uma pessoa que lhe pedia que fosse visitar sua pobre mãe que estava à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso. Quando chegou àquela casa, o pastor disse:

“Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará.”
Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em Malaquias e não havia evangelho, nem promessa de esperança e salvação. Ele só pôde abaixar a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado do caixão fúnebre, mas não havia mensagem de consolação, nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; apenas “pó ao pó”, e um longo e eterno adeus.

Então, o pastor percebeu que “Ele não tinha vindo”. E rompeu em lágrimas e amargo pranto, em seu triste sonho.

De repente, acordou ao som de uma música. E um forte grito de júbilo saiu-lhe dos lábios, o coro cantando:

Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,
Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.
Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!
Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!


Este é o verdadeiro sentido no Natal: Jesus, o único Mediador entre Deus e os homens; Maravilhoso, nosso Deus forte, nosso Príncipe da Paz. Alegremo-nos, pois o Natal é Cristo em nós. É a nossa salvação. É nosso perdão, nossa redenção. Celebrar o Natal é celebrar Jesus.

Símbolos do Natal

De todas as festas cristãs, o Natal é uma das mais bonitas. Ela é cheia de cores, de luz e de símbolos muito ricos em significados. Os símbolos apontam para algo. Muitos consideram alguns símbolos usados no Natal como vindos de culturas pagãs.

Por isso, vamos fazer um pequeno estudo dos mais conhecidos símbolos de Natal. Depois, poderemos tirar nossas próprias conclusões. Assim, poderemos escolher a melhor forma de usá-los. Vejamos o que Deus pode nos dizer através desses símbolos.

A Árvore de Natal

A árvore de Natal desempenha um papel importante na data comemorativa do nascimento de Jesus. Os cristãos da antiga Europa ornamentavam suas casas com pinheiros no dia no Natal, única árvore que nas imensidões da neve permanecem verde.

Há várias histórias sobre a origem da árvore de Natal. Uma das favoritas é de que, certo dia, Martinho Lutero caminhava à noite e olhou para o céu estrelado atrás de um pinheiro. Ele estava pensando em uma forma de celebrar o Natal com a família. De repente, ao olhar aquele pinheiro com as estrelas brilhando ao fundo, pensou em uma árvore com velas brilhando, imitando estrelas.
Lutero, então, cortou um pinheiro, levou-o para casa e , juntamente com os filhos foi decorando com frutas, laços coloridos e finalmente, com velas que acendia às noites enquanto falavam sobre a vinda de Jesus, que trouxe luz às nossas trevas.

A árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de Jesus Cristo.

Presentes

A idéia de trocar presentes no Natal está relacionada, entre outros motivos, aos magos que trouxeram presentes para Jesus. A troca de presentes entre as pessoas é uma forma de lembrar que a oferta generosa de Deus em Cristo é para todos.

Os presentes significam que Deus não abandonou o homem, que ele nos deu o maior presente: Jesus. Esse presente é para qualquer pessoa que quiser; rico, pobre, preto, branco, morador de favela, japonês, coreano, filho de mãe solteira, que o pai não ama, não respeita, não importa. O presente de Deus é para todos.

A Estrela

A estrela representa o sol da justiça que guiou os magos. A estrela tornou-se o símbolo do extraordinário que aconteceu naquela noite, ela aponta para o local do nascimento de Jesus e aponta para a plenitude de vida que representa essa vinda de Deus ao mundo.

A Cantata ou Coral

Simboliza o primeiro dia em que os anjos vieram a Terra cantando. Não se ouviu na história que os anjos cantaram aqui na Terra, a não ser no dia que Jesus nasceu.

A Ceia

A ceia representava o Cordeiro pascal, a presença do Cordeiro que tira o pecado do mundo. Ela une as pessoas e festeja a vinda de Cristo.

Por isso, reúna a família, faça uma ceia. Se não puder comprar um pero, asse um frango, uma carne, uma farofa, um arroz com passas. Promova uma ceia na sua casa na noite do Natal, ou na véspera se quiser. Se não tiver ninguém, coma sozinho, ou convide alguém.

Guirlanda

Na Inglaterra, sempre-vivas eram usadas como decoração de Natal nas ruas. Na Alemanha, passaram a arrumá-las em forma de círculo, representando o amor de Deus que nos protege.

Cartões de Natal

Na Inglaterra, em 1844, um famoso artista chamado William de Birmingham começou a pintar cenas natalinas e a escrever mensagens para representar seus amigos na época de Natal. Aqueles cartões fizeram muito sucesso. No ano seguinte, ele fez cópias de seus cartões e continuou a presentear seus amigos.
A idéia se espalhou rapidamente. Os cartões de Natal nos lembram o espalhar a boa-nova.

Então, vimos que os símbolos são apenas isso: símbolos. Não há nada de especial nem errado neles. São apenas uma forma de celebrar o Natal. O essencial ao Natal é Cristo.


Extraído do Livro
”Natal a mais linda festa”
Pr. Jorge Linhares

Vidas Restauradas - Palavra Pastoral

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Comentários

Rafael Rabelo
14/03/10

Nota:5

Vamos conhecer a verdadeira história do natal? Claro com fundamento.... A ORIGEM DO NATAL Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos! I – O SIGNIFICADO DE “NATAL” A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era. II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome. IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.” V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal! VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio! VII - VELAS OU LUZES O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo! VIII – PRESÉPIO O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho. CONCLUSÃO Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal? 1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3 2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6). 3 - Resistirmos ao espírito do consumismo no Natal. 4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal". Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz! Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

marcos lunelli
06/01/10

Nota:5

nao dou nota apenas que se deve ler mais sobre o natal,pesquisar com espirito de submissao, nao para justificar.obs:a troca de presentes nao aconteceu entre JESUS e os magos,e JESUS nao recebeu em seu nascimento,o que ja havia bom tempo que se passou.os prewsentes tem haver com JESUS ser recopnhecido como rei por isso o presente.ao se comemorar uma data e esta nao e mencionada na palavra deve se ter muito cuidado para que nao seja um instrumento de levar o proximo a pecar.a biblia e regra de fe e pratica.quanto aos outros simbolos deve se aprofundar seus estudos,as questoes nao sao tao simplorias quanto parece.

 

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